Viva 💛
Você já pensou que, daqui a alguns anos, talvez ninguém lembre seu nome? O mundo segue girando, a rotina consome, e a sensação de que somos passageiros pode apertar no peito. Mas saber que seremos esquecidos não é um convite ao desespero — é um chamado à liberdade.
Muita gente parte do princípio de que precisa esperar o momento perfeito: “depois eu vou viajar”, “depois eu vou contar o que sinto”, “depois eu vou ser feliz”. E esse “depois” é uma armadilha. Não sabemos quanto tempo temos — ninguém tem esse bilhete com data marcada. O que temos é este segundo, este gesto, este sorriso que podemos oferecer agora.
A grande verdade é que o que fica não é sempre o que imaginamos: não são só os grandes títulos, mas os pequenos atos de amor, a gentileza oferecida sem esperar retorno, a presença quando o outro precisa. Esses são os pedaços que constroem memórias — e que, mesmo quando nossos nomes se apagam, continuam a reverberar na vida de quem tocamos.
Então: não se prenda ao “um dia”. Viva com intenção. Abra a porta do perdão. Diga o que sente. Ria com vontade. Plante boas sementes, mesmo que você não veja o fruto. Porque, no fim, ser lembrado não é a maior prova de existência — é saber que, enquanto passou por aqui, você fez o caminho valer a pena.
Moral da história: a vida é curta demais para ser adiada — faça do agora o seu melhor presente.