REFLEXÃO
Vivemos em um tempo estranho. Junho mal começou e já somos bombardeados por compromissos, festas juninas, Dia dos Namorados, férias chegando, futebol, notícias, eleições, cobranças e expectativas. Parece que o mundo corre numa velocidade que nem sempre conseguimos acompanhar. E no meio de tudo isso está o trabalhador brasileiro. Aquele que acorda cedo, enfrenta trânsito, filas, pressão, contas e responsabilidades. Aquele que recebe o salário e, antes mesmo de sentir o dinheiro na conta, já vê boa parte dele comprometida com aluguel, mercado, combustível, remédios, impostos e tantas outras despesas que não param de aumentar. Muitas vezes bate o desânimo. Porque olhamos ao redor e vemos pessoas viajando, comprando, passeando, realizando sonhos. E, por mais que saibamos que não devemos comparar nossa vida com a dos outros, somos humanos. Às vezes a comparação acontece. E dói. Dói quando parece que quem luta mais conquista menos. Dói quando trabalhamos o mês inteiro e ainda precisamos faze...